TERCEIRIZAÇÃO DE PROCESSOS NA OPERAÇÃO

Diante do retorno das atividades em plena crise no radar, será a hora de pensar em terceirizar alguns processos na cozinha ou não?




Como gostamos de dizer, a pergunta nos leva a novos horizontes, pensar fora da caixinha e se reinovar (sim, dei uma vendida no peixe agora, Reinovar...rsrs). Pois bem, porque não tratarmos de terceirização neste momento? A hora é essa eu diria, retorno parcial das atividades, movimento incerto, demanda variável, terei ou não terei tráfego?


São essas perguntas que podemos e devemos fazer neste momento, me recordo dos tempos de faculdade onde professores dizendo o quão era ruim em alguns aspectos terceirizar algumas áreas e outras nem tanto, por trás de algum problema gerado tenhamos certeza que existe um “gap” para ser tratado. Nos bares, lanchonetes, restaurantes, não é diferente.


Será que realmente você precisa que o Antonio chegue às 07:00 da manhã para fatiar legumes, fatiar queijos, bater ervas e óleo para executar a milenar receita de maionese que somente fica boa nas condições adequadas? Já parou para pensar que, em algum lugar, existe uma empresa que faça isso para você? Do seu jeito? Com a sua receita e de quebra que permita você auditar as tarefas quando quiser?


Então pense nisso, faça as contas, coloque tudo, mas tudo mesmo na ponta do lápis, reflita nem que seja apenas para esses próximos meses onde teremos que ter ganhos em escalas, infelizmente esse será seu novo normal dentro das operações na cozinha.


Depois que tudo passar e, se necessário, traga sua operação para debaixo dos seus olhos, claro se valer a pena e não apenas por apego, pois isso te levará ao fracasso. Aliás podemos chamar essa nova fase de desapego, te garanto, alguma coisa você verá e dirá “por que não fiz isso antes”? E já te dou algumas respostas prontas aqui mesmo, vamos a elas: zona de conforto, time que está ganhando não se mexe, melhor empatar que tentar ganhar e perder tudo.


Lembre-se que quando pensou em abrir seu próprio negócio, você com certeza estava procurando suas liberdades e, então por que ficar amarrado a processos arcaicos, que funcionavam quando trocavam leite por farinha, arroz por feijão? Vamos nos profissionalizar e nos tornar um mercado forte, onde crises podem até chegar, mas serão apenas ventos leves e não furacões, pra cima guerreiros, e pensar no horizonte.



Autor: Roberto Alves


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